Quinta-feira | Maio 10, 2007

O Tesouro

Havia três irmão os mais pobres do reino das Astúcias. O que comiam era uma simples côdea de pão com alho. Nas noites frias iam dormir á estrebaria, por causa, do calor das três éguas. Numa certa manhã, os três sairam para irem á mata e encontrarem uma cova de rocha, entre aqueles pinheiros um velho cofre, com três fechaduras cada qual com a sua chave. Lá dentro só havia moedas de ouro. Um dos irmãos propôs que o repartissem por os três igual. Um dos jovem propôs para um deles irem á cidade fazer compras e trazer três sacas de couro para transportar o achado, os três empadões de carne e três garrafas de vinha para comerem e veverem. Cada um dos três queria uma chave do cofre. E o Rui lembrou-se que Guanes naquela manhã não queria descer á mas se não viesse só tinham de dividir o ouro por eles os dois. Guanes andava doente, mas antes de acabar, espatifava com as barbas pingando e deu-lhe um golpe de coração. Rui depois de matar os dois irmãos disse que mandava dizer missas para eles e se alguém perguntasse pelos irmãos ele diria que tinham morrido na batalha contra os Mouros. Rui espreitou para dentro do saco que o irmão trazia e tinha lá entre duas garrafas de vinho um frango então comeu e veveu, depois deitou-se na relva e começou a tremer a ter color e foi ao rio vever água, mas nada lhe apagava aquele fogo. Logo percebeu que era veneno, Guanes tivera a mesma ideia do irmão. Anoiteceu a ali estavam os três irmãos mortos. FIM
Escrito por Andreia Lopes em 12:10:34 | Link permanente | Comments (1) |

Frei Genebro

Era uma vez um Frei que se chamava Genebro, era discípulo de S, Francisco. O Frei ajudava toda a gente. Um dia teve de viajar. A pé e descalço, como caminhava os sapatos dele eram um luxo. Recompostos o Frei subiu até á cabana e chamou. - Irmão Égidio, como te venho encontrar em que posso ajudar-te. Com o correr dos anos, a fama do farde foi- se espalhando. É um Santo na Terra. Mas como ninguém dura para sempre também chegou a hora de Frei ir desta para melhor. Lembrou-se das palavras de S. Francisco e morreu. Dizem que foi um amigo que o levou voando. Este frade foi direitinho para o paraíso cochichavam os anjos. Os anjos arregalaram os olho. É um porquinho com uma pata contudo. A guinchar numa poça de sangue. Que horror. Regou na alma de S. Genebro ,e zás. Deixou-a cair na escurida do Purgatório . FIM
Escrito por Andreia Lopes em 12:09:23 | Link permanente | Comments (0) |

O defunto

No ano 1474 foi um moço viver na Segória chamado Rui. Morava em frente do castelo D. Afonso. A aia de olhos de coruja não tardou em contar ao velho fidalgo que D. Rui gostava da D. Leonor. Todo ciumento ia odiar aquele moço começou a vigialo, a vigiar a mulher. Uma noite chamou os criados. Amanhã vamos para o Cabril. Era ela. Tão feliz como as andorinhas que batiam asas livres, entre as abobades da igreja e casaram-se no ano 1474. FIM
Escrito por Andreia Lopes em 12:07:49 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira | Maio 04, 2007

Mãe querida

Mãe hoje é o teu dia Mãe dás-me quanto amor tens, fases tudo por mim hoje fazes me ver as coisas de forma diferente. Tudo que tenho hoje é graças a ti.
 Ás vezes ralhas-me e tens razão. Esforças-te para me dares tudo o que sempre quis. Ás vezes tudo que faço é só para te ver sorrir, para te mostrar que te amo muito, mesmo por ás vezes não parecer, mas só, o coração o sente. Hoje dia 6 um dia de alegria para ti.

Mãe tu para mim és a melhor de todas
És como uma flor que nasceu no jardim
Uma flor que brotou e que hoje é minha
Mãe que luta sempre por aquilo que quere!
Mãe uma palavra tão pequena mas cheia de alegria.
Uma palavra simples mas a mais bonita de todas que conheço.

Nestas palavras quis dizer que és a melhor MÃE do mundo e não te trocaria por nada.
Da sua filha que a ama muito Andreia.
Escrito por Andreia Lopes em 17:19:35 | Link permanente | Comments (0) |