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  <title>MORANGUICE</title>
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  <description></description>
  <language>pt-PT</language>
  <pubDate>Thu, 15 May 2008 17:31:24 +0200</pubDate>
  <lastBuildDate>Thu, 15 May 2008 17:31:24 +0200</lastBuildDate>
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   <title>A Liberdade</title>
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   <description><div style="text-align: center">
<p style="text-align: center"></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF"><b><i>Fogo posto</i></b></font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br /></font></em></strong>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Foi de amor e de cravos. Foi de floresta</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Logo em Maio seguinte: de harmonia</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Foi, num abraço, o povo inteiro em festa</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Foi o coro geral. E duraria</font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br /></font></em></strong>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Se não fora, de Agosto, o fogo posto,</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">O venenoso cuspo da serpente,</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">O dente, a agarra, a máscara sem rosto</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">De urso a leste e puma a ocidente</font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br /></font></em></strong>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Foi a frescura nova, prometida</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Em Abril, por Abril, que se negou</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">A ser gaivota viva em nossa vida</font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br /></font></em></strong>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Foi tudo e não foi nada. Foi um voo</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Pingo de cera de asa derretida</font></font></em></strong></p>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">Na mão de mais um dia que findou</font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br />
<br /></font></em></strong>
<p><strong><em><font color="#000000"><font color="#FFFFFF">&#160;António Luís Moita</font></font></em></strong></p>
<strong><em><font color="#000000"><br />
<br />
<br />
<br />
<br /></font></em></strong></div></description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 15 May 2008 17:31:24 +0200</pubDate>
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   <item>
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   <title>A caneta suicidou-se</title>
   <link>http://andreial.blog.com/3118274/</link>
   <description><p style="text-align: center">&#160;</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Havia uma caneta em cima da mesa. De repente ouviu-se alguma coisa a cair no chão, mas ninguém ligou muito. Não era nada importante ...O seu dono que se chamava Helder do 8ºC, Nº5 tinha um amigo que se chamava Cardoso que disse muito baixinho e a rir-se "A caneta suicidou-se". Nesse momento todos nos rimos muito e ele ficou tão vermelho e até se ria dele próprio.</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O seu dono ficou triste por a caneta ter morrido mas não a deitou fora porque a adorava.</p></description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 15 May 2008 16:32:07 +0200</pubDate>
  </item>
   <item>
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   <title>Dia Mundial do Livro</title>
   <link>http://andreial.blog.com/3003725/</link>
   <description>&#160;O Livro é a magia dos sonhos... é leve como o vento e forte como o mar...</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:26:52 +0200</pubDate>
  </item>
   <item>
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   <title>...Uns dias depois...</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2951767/</link>
   <description>Uns dias depois…acordei e dei-me conta de que tudo estava destruído á minha volta. Não sabia o que ali tinha acontecido, e logo pensei:<br />
&#160;-Será que foi um acidente?! Perguntei-me a mim mesma. Pelo que vi certamente teria sido. Levantei-me, lentamente e vi que estava numa ilha totalmente deserta… De súbito, ouvi, ao longe uma voz da qual não percebi nada. Corri, então, então para o sítio de onde vinha a voz. Era um marinheiro que estava perdido e a pedir ajuda. Aproximei-me dele e perguntei: - Como te chamas? De onde vens?<br />
- Chamo me Daniel e sou de um país Nórdico! E tu?<br />
&#160;- Eu chamo-me Cláudia e sou daqui mesmo! Como vieste cá parar?<br />
&#160;- Foi um barco que me trouxe e numa grande tempestade naufragou!<br />
Por momentos pensei estar salva, mas…não! - Queres ser meu amigo?<br />
Daniel calou-se por instantes, sem responder à minha pergunta. Pouco depois disse-me ele:<br />
- Claro que quero!<br />
- Obrigado!<br />
Há noite estávamos os dois deitados a olhar para o céu e ele disse-me:<br />
- Alguma vez pensaste em casar ou ter filhos ... Pergunta despropositada fiz eu!<br />
&#160;- Porque perguntas?<br />
&#160;- Por...nada apenas curiosidade.<br />
No dia seguinte acordaram sedo para montar uma pequena casa de madeira onde poderiam viver. Estiveram todo o dia ocupados a trabalhar. Perto da noite foram pescar e procurar madeira para se aquecerem e para poderem fazer o jantar.<br />
&#160;- Cláudia tens família ou namorado!?<br />
&#160;- Não! Os meus pais já morreram e eu não tenho mais família no e também não tenho namorado. Mas gostava de ter. - Daniel perguntou:<br />
- Gostavas de ser minha namorada?<br />
- Fiquei a olhar para ele! Corada estava eu mais não hesitei e respondi-lhe que sim.<br />
- Aceitas mesmo?<br />
&#160;- Claro! Eu sempre desejei isto. Desde a primeira vez que eu te vi fiquei apaixonada. Os dois deram um beijo apaixonado. E assim viveram os dois ali naquela ilha muito apaixonados e com uma filha que os dois esperavam ansiosamente, e iam chamar-lhe Inês.<br /></description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:27:13 +0200</pubDate>
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   <item>
   <guid>http://andreial.blog.com/2939984/</guid>
   <title>Dia do Pai</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2939984/</link>
   <description>Hoje dia 19 de Março de 2008 é dia do Pai. Infelizmente o meu Pai já faleceu a 4 anos, mas isso nunca vai mudar o meu amor por ele.<br />
No meu coração existem várias pessoas mas só algumas são realmente importantes. Duas pessoas são o meu Pai e a minha Mãe. Ainda tenho a minha Mãe Que é muito importante e especial para mim.<br />
A vida neste tempo todo ensinou-me que temos que receber o amor que nos oferecem, que devemos oferecer o nosso amor ás pessoas que realmente merecem.<br />
O que posso fazer se não consigo tirar a dor de sem ti ter de viver, sorrir, chorar, falar… Foste embora quando eu ainda tinha apenas 10 anos. Hoje já com 14 anos sinto a mesma dor que quando te perdi. O amor que eu sinto por ti não posso explicar o sentimento tão <font size="3" face="Times New Roman">profundo de um ser inabalável.</font><br />
&#160;A vida é curta e cruel que trás e leva as pessoas que gostamos. Deu-me um Pai fantástico e levou-mo. Em apenas 10 anos percebi que devemos dar todo o valor e carinho as pessoas que nos fazem ver as coisas de outra forma, com mais amor, alegria... e a não guardar ódio no coração. Para mim o meu Pai foi a melhor pessoa que encontrei na minha vida. Ensinou-me a respeitar todas as pessoas mesmo que não mereçam nem as palavras de alguém. &#160;Sinto uma enorme falta do meu Pai que ninguém imagina.<br />
A dor de perder alguém muito especial não se consegue explicar, E como perder uma parte de nos, que depois é tão difícil de recuperar. É uma ferida sem cura, que mesmo que tente cura-la com algum remédio ela ira permanecer para sempre. Nem o tempo cura o que a vida deixou para trás. Deixou a enorme dor de perder um Pai maravilhoso.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:51:08 +0200</pubDate>
  </item>
   <item>
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   <title>Histórias da Terra e do Mar</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2939851/</link>
   <description>A Gata Borralheira Lúcia tinha sido convidada pela tia para um baile mas... não tinha um vestido nem uns sapatos para levar. A sua tia como sabia que ela era pobre disse que lhe dava um vestido para ela o levar no dia do baile. Então Lúcia foi experimentar o vestido mas ela não gostou nada do vestido que a tia lhe emprestara mas a tia disse lhe que o vestido lhe ficava bem e ela não insistiu mais. No dia do baile Lúcia quando chegou todas as pessoas olhavam para ela de forma indiferente com se ela fosse um ser inexistente. Lúcia sentia-se mal. Ela já sentada e encostada à janela da varanda de repente perto dela apareceu a filha do dono da casa com um rapaz alto moreno e muito bonito. Ele começou a falar com ela mas ela não percebia porque. O rapaz convidou Lúcia para dançar mas ela disse que não sabia dançar e ele disse que lhe ensinava. Dançaram e de repente no meio da sala de baile viu-se um sapato todo roto Lúcia ficou assustada mas não disse a ninguém que era o seu sapato. As pessoas comentavam riam-se etc... Lúcia tinha prometido que um dia voltara àquele baile com um vestido lindo e uns sapatos cheios de brilhantes Dali a vinte anos Lúcia tinha-se tornado numa mulher muito importante, rica, poderosa e ainda mais ambiciosa. No dia do baile todas as pessoas olhavam para Lúcia e comentavam. Depois Lúcia lembrou-se de voltar á sala onde prometera que ia&#160;voltar&#160;a ir àquele baile com um vestido lindo e com uns sapatos com brilhantes. Por mais incrível que pareça no dia seguinte Lúcia encontrava-se morta &#160;naquela sala e com um sapato azul todo roto e velho no pé esquerdo.</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:14:51 +0200</pubDate>
  </item>
   <item>
   <guid>http://andreial.blog.com/2825504/</guid>
   <title>Semana da leitura</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2825504/</link>
   <description>&#160;
<p><b>Natal chinês (excerto)<br /></b></p>
<p><b><br />
Ficávamos, assim, a senhora Tung e eu, uma em frente da outra. À luz das velas olorosas do centro de mesa, os seus olhos eram dois riscos trémulos. Sorríamos. Finalmente, o reposteiro&#160; ao fundo da salaapartava-se. Uma das criadas entrava, silenciosa. Servia-se vinho de arroz.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Creio que o vinho de arroz figurava entre as bebidas proibidas no colégio e que chegava ali por portas travessas. O certo, contudo, é que ambas o bebíamos, a acompanhar os bolos de sésamo, no grande e deserto&#160; refeitório, na noite de Natal.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O vinho de arroz queimava-me a garganta e fazia-me vir lágrimas aos olhos. Quanto à senhora Tung, saboreava-o devagar, molhando nele o bolo, e, como mal provara o «chá de Paris», bebia dois cálices.</b></p></description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 06 Mar 2008 16:41:19 +0100</pubDate>
  </item>
   <item>
   <guid>http://andreial.blog.com/2566241/</guid>
   <title>Português</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2566241/</link>
   <description>Comparação da das leis<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Speranza</li>
</ul>
&#160;&#160;&#160; 1º-Robison Crusoe. Nascido em york a 19 de Dezembro de 1737, é nomeado governador da ilha de Speranza, situada no Oceano Pacífico, entre as ilhas Juan Fernandez e a costa oriental do Chile. Nessa qualidade, são-lhe conferidos todos os poderes para legislar no conjunto do território insular e das suas águas territoriais.<br />
&#160; Em Portugal<br />
<ul>
<li>Em Portugal<br /></li>
</ul>
&#160; 1º-Em Portugal não existe governador mas existe o presidente da republica que se chama "Cavaco Silva".<br />
<br />
&#160;<br />
<ul>
<li>&#160; Em Speranza</li>
</ul>
<br />
&#160; 2º-Os habitantes da ilha são obrigados a pensar em voz alta. (Com efeito, como não tinha ninguém com quem falar, Robinson receava perder o uso da palavra. Já começava a sentir, quando queria falar, a língua um pouco entaramelada, como se tivesse bebido um pouco de vinho a mais. A partir desse momento, obrigava-se a falar constantemente com as arvores, as pedras, as nuvens e também, naturalmente, com as cabras e com Tenn.)<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Portugal</li>
</ul>
<br />
&#160; 2º Em Portugal o povo não é obrigado a pensar em voz alta porque tem para quem falar.<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Speranza</li>
</ul>
<br />
&#160; 3º- Sexta feira e dia de jejum.<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Portugal</li>
</ul>
<br />
&#160; Em Portugal á dia de jejum. Mas só faz, quem quer não são obrigados a fazer "jejum."<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Speranza</li>
</ul>
<br />
&#160; 4º-E proibido trabalhar ao Domingo. Todo o trabalho deve cessar as dezanove horas de sábado, em toda a ilha, e os habitantes devem vestir os seus melhores trajes para jantar. No domimgo de manhã as 10 horas, reunir-se-ão no templo para fazerem as suas oracões.<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Portugal</li>
</ul>
<br />
&#160; &#160;Em Portugal todos os dias se podem trabalhar.&#160;&#160;<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Speranza</li>
</ul>
<br />
&#160; 5º- Só o governador esta autorizado a fumar cachimbo, mas apenas uma vez por semana, no Domingo á tarde depois do almoço.<br />
<br />
<ul>
<li>&#160; Em Portugal</li>
</ul>
<br />
&#160; 5º- Todas as pessoas podem fumar cachimbo mas não em locais fechados.<br />
<br />
<br />
Eleição<br />
<br />
&#160; <b>Eleição</b> é todo processo pelo qual um grupo designa um de seus integrantes para ocupar um cargo por meio de votação. Na democracia representativa, é o processo que consiste na escolha de determinados indivíduos para exercerem o poder soberano, concedido pelo povo através do voto, devendo estes, assim, exercerem o papel de representantes da nação. A eleição pode se processar com o voto de toda a comunidade ou de apenas uma parcela da comunidade, os chamados eleitores.<br />
<br />
Votação<br />
<br />
&#160; Votação em Portugal. Votação é um processo de decisão no qual os votantes expressam sua opinião por meio de um voto de maneira predeterminada. Os votos são computados e a decisão é tomada segundo alguma regra particular. A maneira mais comum de votação é aquela na qual há um conjunto com um número inteiro de opções e cada votante escolhe uma delas, ou seja, cada um vota em sua opção candidata preferida. A opção ganhadora é a que receber mais votos.<br />
<br />
Maioria e Minoria<br />
<br />
&#160; <b>Maioria</b> é quando se obtêm mais votos que a outra parte.<br />
<br />
&#160; <b>Minoria</b> diz respeito a um determinado número de votos que esteja em inferioridade a um grupo dominante.<br />
<br />
<br />
<br />
Democracia<br />
<br />
&#160; Em Portugal impera a&#160; Democracia desde os anos 80. <b>Democracia</b> é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (<b>povo</b>), directa ou indirectamente, por meio de eleitos representantes - forma mais usual. Pode ser num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.<br />
&#160; <b>Democracia</b> opõe-se à <b>ditadura</b> e ao <b>totalitarismo</b>, onde o poder reside numa elite auto-eleita.<br />
<br />
Ditadura<br />
<br />
&#160; Em Speranza impera a ditadura. <b>Ditadura</b> é o regime político autoritário em que os poderes legislativo, executivo e judiciário estão nas mãos de uma única pessoa ou grupo de pessoas, que exerce o poder de maneira absoluta.<br />
<br />
&#160; Art.1º- Robinson Crusoe, nascido em York a 19 de Dezembro de 1737, é nomeado governador da ilha Speranza...</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 24 Jan 2008 13:52:43 +0100</pubDate>
  </item>
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   <guid>http://andreial.blog.com/2557247/</guid>
   <title>Livros que estou a ler</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2557247/</link>
   <description>Autor:António Mota- Nome dA obra:Filhos de Montepó- Dia 19: pág. 7 até 14- Dia 20: pág. 15 até 25- Dia 21: pág. 26 até 39-</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Tue, 22 Jan 2008 09:40:41 +0100</pubDate>
  </item>
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   <guid>http://andreial.blog.com/2355624/</guid>
   <title>A loja de chineses</title>
   <link>http://andreial.blog.com/2355624/</link>
   <description>Tinha uma loja na rua das amoreiras em Lisboa. Eu tinha chegado da china á 3 meses e abrira já uma loja que vendia todo o tipo de coisas e agora ainda por cima estamos numa época Natalistica e as pessoas procuravam coisas para oferecer, para enfeitar o pinheiro de Natal também utilizáveis no dia a dia como (arroz, massa, óleo, etc…) outros produtos que chamavam a atenção de quase todas as pessoas. Mas era sempre uma grande complicação porque eu falava chinês e era um grande problema para mim porque as pessoas não percebiam nada do que eu falava, para elas aquilo era sobretudo “ 汉语”- chinês. Mas felizmente eu tinha a minha filha que sabia falar Português , porque já havia aprendido pois ainda andava na Escola e ela gostava de me ajudar. Era mais fácil porque ela já se desenrascava a falar esta língua, esquisita, que para os portugueses, é uma língua normal e a nossa língua para eles também é esquisita. (...) Agora eu já sabia falar mais o menos bem português e era mais fácil não precisava de pedir á minha filha que fosse mostrar as prateleiras onde as pessoas procuravam coisas nessesárias. Fim</description>
   <author>Andreia  Lopes</author>
   <pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:59:54 +0100</pubDate>
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